Compositor: Ado
Amor, amor, amor, amor não é o suficiente?
Sendo engolidos pela decadência e pela miséria, sem qualquer limite
O futuro, as expectativas e a decadência me deixa tonta
Sem conseguir suportar a fome, eu vagueio por Tóquio
Sobrevivo a mais um dia economizando e poupando
Viva o sinal vermelho à frente
Zombaria e exaustão, estalando a língua um pro outro
Até que minha mente se deteriore por incompetência
Aprenda com esse livro sagrado cheio de mentiras
Dedique seu trabalho servil a algo feito gratuitamente
Dedique seu dinheiro, dedique seus sonhos
A cidade transborda de gula faminta
A multidão é o próprio canibalismo de Tóquio
O espetáculo de uma garota frágil
Um algoritmo velho e inocente
Por mais que eu lute, a realidade é um polirritmo
Amor, amor, amor, amor não é o suficiente?
Postes de luz que se apagam com o envelhecimento e o desperdício
Me preocupando constantemente por um amor sem afeto
E todos, ricos e pobres, jovens e idosos, sofrem com o desafio da letargia
Coma ou seja comido, que essa fúria selvagem desapareça
O ocultismo desapareceu no caos
Ofereça este seu corpo aprisionado
Na prisão ilusória que balança suavemente
À escolta da prisão, pois somos um bando de tolos que se atiram em qualquer coisa
Girando, girando, girando, a selvageria de Tóquio
Esquerda, depois direita, siga quem está à sua frente
Os mendigos que não querem ouvir nada, que acertem suas próprias vozes
Domesticados, a cidade inteira se torna o canibalismo de Tóquio
A multidão é o próprio canibalismo de Tóquio
Essa pessoa arrogante é um canibal
O jornalismo dessa loucura saudável
É o polirritmo do futuro e da realidade
Ah, os gritos de uma multidão fraca
Ah, levantem suas vozes encantadoras
Buscando sonhos, buscando amor
A multidão é o próprio canibalismo de Tóquio